12 agosto 2018

Invisível (Invisible).



Título: Invisível (Invisible)  
Direção: Pablo Giorgelli
Nacionalidade: Argentina
Idioma Original: Espanhol
Gênero: Drama
Lançamento: novembro de 2017
Duração: 1h27min.


“Ely é uma garota da vida real. Sua vida gira em torno de uma amiga, a mãe que sofre de depressão e a cansativa rotina escola, trabalho e casa. Tudo muda quando ela descobre que está grávida de Raúl, bem mais velho, casado e seu chefe. Consumida pela angústia, a jovem terá que fazer uma difícil decisão: fazer ou não um aborto”.

É possível contar em uma mão quantas vezes Ely (Mora Arenillas) sorrirá ao longo do filme. E acredite, o telespectador também. O longa não é uma pedida caso estiver com sono ou acompanhado de alguém mais conservador. Você odiará ver a menina sendo julgada em um momento tão angustiante.

Pablo Giorgelli, o diretor, mostra que se pode dizer muito com o silêncio. Em várias cenas o “nada” tomará conta, o que só aumentará a tensão, a angústia e o aperto no peito. O telespectador se sentirá ligado a personagem ao acompanhar a sua rotina sem graça, muito semelhante a vida real. Relacionando os problemas de Ely com os seus próprios: quem nunca sofreu com um parente doente ou a menstruação atrasada? Com apenas 17 anos e um fardo para carregar.

O foco do filme não é o aborto. Acredito que a intenção de Pablo (e do roteirista, claro!) foi mostrar o outro lado da moeda: qual o caminho que a mulher percorre até tomar uma atitude ao descobrir a gravidez indesejada? O que ela sofre calada, não se sentindo livre para compartilhar o seu problema com alguém próximo?

Curti o filme por muitos motivos. O tema é necessário. Principalmente pela questão política que quase toda américa latina sofre sobre a descriminalização do aborto. Também é inteligente ver a posição dos personagens masculinos e femininos em seus respectivos papéis. Preste atenção nisso! O telespectador precisa acompanhar o filme sem pressa e sem a expectativa de algo “grande” acontecer. O principal é o desenrolar da história e em como os detalhes agregam para que a gente sinta o mesmo que a personagem.

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11 agosto 2018

For The People.


“O drama legal segue novos advogados que trabalham em lados opostos – tanto para a defesa quanto para a acusação – no Distrito do Sul de Nova York, que lidam com os casos mais arriscados do país, enquanto suas vidas pessoais se cruzam.” |Formato: série- Paul William Davis- Produtora: Shonda Rhimes- Distribuidora: Disney ABC - Emissora: ABC - Transmissão original: 13 de março de 2018- Número de temporadas: 1 com 10 episódios- Duração: 43 minutos.



For The Preople, diferente de todas as séries de advogados que você já viu, fala sobre os dramas enfrentados por jovens recém-formados na área. Contando com personagens incríveis, como Sandra Bell, uma garota cujo passado de dor influenciou na sua escolha pelo Direito, e Alison Adams que vem de uma família renomada de cientistas e matemáticos, mas optou por uma profissão totalmente diferente da dos pais.

Logo no episódio piloto, os jovens são separados em dois grupos, os da defensoria pública e os da promotoria, e sabem que uma longa batalha será travada entre eles. Leonard Knox, filho de uma senadora famosa, é o mais ambicioso e destemido, mas aos poucos parece se afeiçoar por Kate Littlejhon, uma mulher severa e rígida com uma enorme admiração pela lei. Seth Oliver, da promotoria e Alison, da defensoria pública, são namorados desde o início da faculdade, mas agora terão que escolher entre o amor que existe entre eles e o futuro que querem conquistar na Suprema corte de Nova York. 

Em contrapartida está Jay Simmons, um rapaz de origem humilde que escolheu a defensoria pública justamente para proteger aqueles que não possuem condições financeiras e são excluídos da sociedade. Seus patrões e responsáveis por guiarem nesta nova fase, Jill Carlan (defensoria) e Roger Gunn (promotoria), são amigos fora do expediente de trabalho e dos tribunais, mas logo está amizade parece evoluir para uma paixão, o que poderia acarretar enormes problemas para ambos.

Repleto de casos fascinantes e dramas que emocionam, For The People sem dúvidas alguma é o mais novo sucesso de Shonda Rhimes que é a produtora de duas séries de advogados tão incríveis quanto essa (How To Get Away With Murder e Scandall). Um ótimo passatempo para aqueles que estão para se formar em Direito ou para aqueles que sonham em um dia ingressar nesta área, e claro, para os amantes de séries que não perderiam um sucesso desses por nada. 

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09 agosto 2018

Crítica: Vidas à Deriva + Sorteio Relâmpago.




Vidas à Deriva, ou como foi nomeado nos Estados Unidos, Adrift, ganha um espaço nas telonas do Brasil e do mundo hoje, dia 09 de agosto de 2018, através da distribuidora Diamond Films e com a publicação do livro pela editora Astral Cultural e já vem causando um certo impacto não só pela proposta do longa, mas pela veracidade dos fatos, justamente por serem baseados em fatos.

Tami Oldham (Shailene Woodley) e Richard Sharp (Sam Claflin) são noivos apaixonados, e entre diversas promessas de amor a principal delas é de velejarem sempre juntos pelo mundo, contudo eles não contavam com uma grande tempestade com furacão de magnitude quatro fosse os atingir de forma tão drástica. Passa-se o tormento e o que restam são apenas fragmentos e uma dúvida iminente “como sobreviver”?

O filme é possui uma característica interessante de apresentação, pois faz intermediação com cenas do agora e do passado, o que de início pode ser algo frustrante para alguns. Contudo, trilhar esse caminho é essencial para que se garanta o entendimento integral em seu desfecho.

Carregado de emoção e apreensão, a obra transforma totalmente de um take para o outro o romance que predominam para um drama apinhado de exclamações decorrentes das intermediações da história, e como resultado entretendo quem contempla.

O desenvolvimento do enredo, presumo que tenha sido desenvolvido com muito cuidado devido a relevância dos fatos e considerando que foi a própria Tami, vítima desta infeliz tragédia e quem escreveu toda a obra, compreendemos que realmente existe essa circunspeção. A produção em aspecto de atenção aos detalhes que caminham com a realidade, peca, pois tenta de a melhor forma transmitir em imagem a condição de nossa protagonista, mas não acerta de em tentar ir um tanto além para trazer um tanto mais de realidade, principalmente no final.

O plot twist pode causar, de primeira impressão, uma certa irritação, como aconteceu comigo, mas tudo se torna compreensível após analisar todos os pontos.

A dosagem de romance foi o ponto estratégico da obra qual torna cada conjuntura da história somado ao drama resulta em um mix de sentimentos e sensações inevitáveis de se sentir.

Vidas à Deriva é uma produção qual conduz aventura, drama e romance na dor com cenas marcantes e reflexivas não só sobre o amor, mas também sobre a vida e seus simples e amáveis detalhes.

Título: Vidas à Deriva (Adrift)
Direção: Baltasar Kormárkur
Nacionalidade: EUA
Idioma Original: Inglês
Gênero: Drama, Romance, Aventura
Lançamento: 9 de agosto de 2018
Duração: 1h38min.


“Apaixonados, os noivos Tami Oldham (Shailene Woodley) e Richard Sharp (Sam Claflin) velejam em mar aberto quando são atingidos por uma terrível tempestade. Passada a tormenta, ela se vê sozinha na embarcação em ruínas e tenta encontrar uma maneira de salvar a própria vida e a do parceiro debilitado”.





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08 agosto 2018

Homem Formiga e a Vespa.




Titulo: Homem Formiga e Vespa
Nacionalidade: EUA
Idioma Original: Inglês
Gênero: Ação, Herói
Lançamento:1h 55min  

O mais novo lançamento da Marvel é a seqüência da história de um dos heróis mais divertidos e ousados dos quadrinhos. Dessa vez, o Homem Formiga retorna em seu novo longa metragem “Homem Formiga e Vespa”, para tentar resgatar a sua sogra de um universo misterioso e impedir que a vilã da história a mate e cometa outras loucuras. Nessa aventura, Scoott (Homem Formiga) contará com a ajuda do Dr. Hank e da filha do cientista que se tornará a heroína Vespa para ajudá-los.
O filme cheio de efeitos especiais de primeira linha, reviravoltas fantásticas e muita ação e comédia nas medidas certas, já se tornou um fenômeno de bilheteria e revelou na cena pós-crédito algo surpreendente que une o universo do homem formiga de vez com a continuação do filme “Os Vingadores - Guerra Infinita”.
Ainda não se sabe se o herói que possui habilidades de crescer e diminuir o quanto quiser ganhará um novo filme para encerrar a sua franquia, mas já é certo que o veremos nas próximas aventuras dos Vingadores e em outras produções da Marvel.
O “Homem Formiga e Vespa” é um filme brilhante que reúne de uma maneira simples e clássica um bom enredo e cenas de tirar o fôlego. Vale muito a pena conferir essa maravilhosa produção.

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14 julho 2018

This Is Us.




Título: This is us
Criador: Dan Folgeman
Nacionalidade: Estados Unidos
Idioma original: Inglês
Gênero: Comédia romântica e drama familiar
Lançamento: 20 de setembro de 2016
Duração: 42min.

A série é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia. Rebecca e Jack são um casal esperando trigêmeos em Pittsburgh. Kevin é um belo ator de televisão que está cansado de fazer papéis superficiais, Kate é uma mulher obesa que vive uma eterna luta para perder peso, e Randall reencontra seu pai biológico que o abandonou quando ele era apenas um bebê recém-nascido".

A série tem início com o dia do aniversário de Randall, um homem rico e bem sucedido, Kate, uma mulher que enfrenta problemas com o peso, e Kevin, um jovem ator que não está satisfeito com o seu atual trabalho. Ambos possuem mais em comum do quê apenas a data de aniversário, afinal, Randall foi adotado pelos pais dos gêmeos Kevin e Kate quando ainda era um recém-nascido. 

Rebecca e John estavam esperando trigêmeos quando o parto complicado colocou a perder a vida de um dos bebês. Arrasado com a morte de um dos filhos, John acaba encontrando um bebê na maternidade e descobre que a criança acabara de ser abandonada em frente ao corpo de bombeiros. Não é nenhuma surpresa quando os pais de primeira viagem decidem levar o pequeno órfão para casa, o que eles não imaginavam era que essa súbita adoção acarretaria reviravoltas e conflitos frequentes em suas vidas.

Além de ter que crescer com uma família branca e lidar com os preconceitos ao longo da vida, Randall ainda precisa conviver com a rivalidade que existe entre ele e seu irmão mais velho, já que Kevin vê no garoto negro adotado, um rival competindo pelo amor e pela atenção dos seus pais. Em contrapartida, Kate cresce cada vez mais acima do peso, mesmo com os esforços de sua mãe que tenta tornar sua vida mais saudável para evitar a futura rejeição da sociedade.

Já na vida adulta, os três irmãos estão cada vez mais distantes, e ainda enfrentam os mesmos problemas do passado. Kate está determinada a perder o peso, Kevin tenta lutar pelo seu sonho de se tornar um ator sério, Randall encontra seu pai biológico, mas este reencontro não é tão agradável, já que  desenterrou segredos que prometem abalar fortemente a família Person.


Três irmãos, três protagonistas, e três histórias de vida incríveis que se entrelaçam e nos ensinam sobre superação, amor e família.



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09 julho 2018

Killing Eve.



Título: Killing Eve
Direção: Phoebe Waller-Bridge
Nacionalidade: EUA
Idioma original: Inglês
Status: Em andamento
Emissora: BBC America
Gênero: Drama, Suspense
Lançamento: 08 de abril de 2018.
Duração: 60min.

Eve (Sandra Oh) trabalha como segurança em uma empresa, mas seu emprego estável e dentro de quatro paredes não sucumbe o desejo dela de se tornar uma espiã. É por isso que quando a primeira oportunidade surge, a jovem não pensa duas vezes e mergulha em uma caçada incansável contra uma assassina. Agora, seu alvo é Villanelle (Jodie Comer), uma criminosa tão elegante quanto perspicaz”.

Traduzir em palavras o sentido e todos os atributos que a série possui apenas com oito episódios de uma primeira temporada é uma missão difícil de se fazer, principalmente pelo estado de petrificação pela qualidade em todos os sentidos possíveis, e não é atoa que já está concorrendo o TCA Awards.

A série guia o espectador por um caminho que mescla o humor sarcástico da nossa querida Sandra Oh como Eve, suspense e drama todos em um patamar incrivelmente nivelados, decorrente disso nos deparamos com um conteúdo desses, ainda que pequeno ou pouco, de muita qualidade.

A direção de Phoebe Waller-Bridge toma um novo rumo ao se tratar de gêneros como este, pelo simples motivo de abordar as problemáticas de forma correta e objetiva sem muitas delongas, apenas indo ao ponto de forma sútil.

A jornada entre os capítulos acaba se transformando em uma viagem da qual você não quer voltar o que traz uma significância maior para a série.

Personagens construídos de modo quase que referencial, pois a personalidade única de cada um deles transforma a atmosfera dos capítulos. Contando com a atuação de nossas protagonistas Sandra Oh e Jodie Comer, o espectador recebe um verdadeiro show de interpretação com expressões surpreendentes e tocantes.


Os acontecimentos, tal como todo o suspense que desencadeia estas problemáticas da história são bem distribuídos, o que deixa claro o cuidado com o enredo e produção.

Há uma mistura de sentimentos ao apreciar algo deste calibre, pois envolvem muitas questões, principalmente para quem ama um drama e sabe aproveita-lo muito bem.

Killing Eve é sem dúvida alguma, uma série completa e merecedora de premiação, torna o telespectador parte da trama, o enlaça e envolve dentre os acontecimentos.

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07 julho 2018

Com amor, Simon (Love, Simon)



Título: Com amor, Simon (Love, Simon)
Direção: Greg Berlanti 
Gênero: Romance e Drama 
Produtora: Temple Hill Productos
Lançamento: 16 de março de 2018 
Idioma original: inglês
Nacionalidade: EUA 
Duração: 1h50min.

Aos 17 anos, Simon Spier (Nick Robinson) aparentemente leva uma vida comum, mas sofre por esconder um grande segredo: nunca revelou ser gay para sua família e amigos. E tudo fica mais complicado quando ele se apaixona por um dos colegas de escola, anônimo, com quem troca confidências diariamente via internet”.

Recentemente decidi ceder às insistências dos meus amigos para assistir “Com amor, Simon”. Confesso que não tinha boas expectativas do filme no início, mas mudei completamente de ideia quando me familiarizei com o drama vivido por Simon, um adolescente com problemas para assumir sua sexualidade. 

O protagonista descobriu que era gay ainda na infância, mas era jovem demais para entender exatamente porque gostava de garotos, aos 13 anos de idade a denominação "gay" começou a fazer sentido para ele, mas Simon ainda não se sentia seguro para contar aos pais e aos seus amigos. No último ano do ensino médio, além de suportar a pressão de tentar ser aceito em uma faculdade, Simon ainda tem que carregar o peso de um segredo que pode mudar toda a sua vida. 

Um certo dia, em um site de fofocas, os alunos da escola de Simon descobrem a existência de um adolescente homossexual conhecido como "Blue", com a esperança de fazer um novo amigo que saiba pelo o quê ele está passando,
Simon começa a trocar e-mails com o misterioso garoto, e acaba se apaixonando por ele. O seu segredo parecia estar a salvo e Simon tinha alguém para se confidenciar, até que um descuido coloca tudo a perder e agora uma terceira pessoa sabe da existência dos emails românticos do casal.

Sofrendo chantagens de um dos seus colegas de escola, Simon é obrigado a interferir na vida dos seus amigos para não ter o seu segredo revelado, pois isso colocaria a perder sua amizade com Blue, aquele cuja identidade ainda é um mistério. Contando com um elenco maravilhoso de atores jovens e talentosos, Com amor, Simon é inspirador e completamente romântico, tratando de assuntos como a sexualidade, o amor, a amizade, e deixando uma lição de respeito e igualdade. 

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05 julho 2018

Jurassic World: Reino Ameaçado.



Título: Jurassic World: Reino Ameaçado
Direção: Juan Antonio Bayona
Nacionalidade: EUA
Idioma original: Inglês
Gênero: Aventura, Ficção científica
Lançamento: 21 de junho de 2018.
Duração: 2h08min.

“Três anos após o fechamento do Jurassic Park, um vulcão prestes a entrar em erupção põe em risco a vida na ilha Nublar. No local não há mais qualquer presença humana, com os dinossauros vivendo livremente. Diante da situação, é preciso tomar uma decisão: deve-se retornar à ilha para salvar os animais ou abandoná-los para uma nova extinção? Decidida a resgatá-los, Claire (Bryce Dallas Howard) convoca Owen (Chris Pratt) a retornar à ilha com ela”.

Imagine um mundo onde existem dinossauros, e nós meros mortais apenas sobrevivemos, e agora partindo da mesma linha de raciocínio traga a imagem de uma ilha chamada Nublar, onde vivem estes predadores que está um caos e pode extinguir a raça de mais uma vez da face da terra, contudo nossa heroína Claire que está a frente de um grupo em prol destes animais decide de fato salva-los para protege-los de mais uma extinção, mas há mistérios e terríveis segredos a serem desvendados e isso pode ser o inicio de uma grande aventura para a moça.

Este é o primeiro filme da franquia em que me interesso de assistir e posso dizer que a aventura de Jurassic World me surpreendeu de forma positiva a começar pela forma como a história prende o telespectador trazendo o realismo da melhor forma possível apesar de ser uma ficção cientifica.

O reino ameaçado remete a ilha em que estes animais viviam e que devido aos fenômenos da natureza agravarem e ameaçarem sua existência, que os extinguiria novamente da terra. Eletrizante é uma palavra e tanto para definir o filme de forma objetiva.

Juan Antonio Bayona (dirigiu filmes como: O orfanato, O impossível, etc), o diretor, soube utilizar de elementos com maestria e inseri-los de forma sutil as cenas, a tecnologia junto a um mundo pré-histórico não é um cruzamento fácil e tampouco um dos mais interessantes, porém a dosagem e a expertise caminharam juntas para um resultado como este.

Os personagens e todo o conjunto de dinossauros deram as cenas do longa uma certa veracidade, pois a atuação dos atores fora de fato boas em comparação a alguns de seus trabalhos anteriores. A produção soube brincar muito bem com os efeitos e tornar estes de toda animália ainda mais assustadores.

O espectador que em seu habitual não espera muito de filmes do gênero vislumbra uma produção nivelada em quesitos qualidade e realidade.

Jurassic World possibilita aqueles que ainda não conhecem o universo a se jogarem de fato nele e aos que conhecem a amarem ainda mais, pois a obra carrega detalhes especiais e uma qualidade única de uma premissa que não atrai fácil.

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04 julho 2018

A barraca do beijo (The Kissing Booth).





Título: A barraca do beijo (The Kissing Booth) 
Gênero: Comédia romântica 
Direção: Vince Marcello 
Nacionalidade: Estados Unidos 
Distribuição: Netflix 
Idioma: inglês 
Lançamento: 11 de maio de 2018
Duração: 1h40min.

Melhores amigos desde sempre, Elle (Joey King) e Lee (Joel Courtney) têm a inventiva ideia de gerenciar uma barraca do beijo durante um evento da escola. Para fazer da proposta um sucesso, a garota tenta convencer o galã Noah (Jacob Elordi), seu crush e irmão mais velho de Lee, a participar da brincadeira. Ele mostra-se irredutível, mas os dois acabam se aproximando como nunca, o que estremece a amizade de Elle e Lee “.

Devido ao enorme sucesso do filme e minha paixão por romances, decidi conferir se A barraca do beijo realmente merecia toda a audiência que recebeu desde o seu lançamento. Como uma fã de clichês, tenho que admitir que nesse quesito não deixou a desejar, o filme trata do "amor proibido" com protagonistas que seguem o padrão "A marrenta e o badboy". 

Elle, a mocinha da trama, é uma adolescente determinada e muito engraçada, se metendo em uma enrascada atrás da outra e gerando aparições hilárias, tem como fiel companheiro e melhor amigo Lynn, o irmão caçula do garoto por quem ela tem uma "quedinha". Amigos desde que são recém-nascidos, os amigos possuem um código de regras da amizade, cuja regra número nove proíbe relacionamento com parentes do melhor amigo, o que dificultaria um possível romance entre Elle e Noah. 

Em meio a brigas e provocações, existe uma inegável atração entre eles, Noah não consegue evitar de se apaixonar pela garota que antes não passava da melhor amiga do seu irmão, mas que agora se tornou uma mulher deslumbrante cuja beleza chama a atenção dos garotos da escola e também provoca o ciúmes do rapaz. Com uma festa se aproximando, a dupla decide organizar uma barraca do beijo, mas para isso precisamos da aprovação das três garotas mais populares da escola e da participação de Noah Flynn. 

No dia da festa, nossa protagonista ainda não conseguiu convencer o rapaz problemático a participar da barraca, o que não impede que o evento se torne um sucesso, inclusive para a própria Elle que é beijada pela primeira vez, por ninguém mais que Noah, o único garoto com quem ela não pode se envolver. O romance entre eles fica cada vez mais intenso depois do beijo, mas tudo deve ficar em segredo já que Lynn não pode nem pensar na ideia de sua amiga envolvida com o seu irmão mais velho. 

Para não acabar soltando spoiler acerca do desenrolar da trama, encerro dizendo que o longa, apesar de não ter atingido todas as minhas expectativas, é um romance divertido e digno de toda a atenção que recebeu, além de ser um ótimo passatempo para as noites solitárias e para os amantes de um bom clichê. 


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23 junho 2018

Três lições inspiradoras de How I Met Your Mother.



Não existem dúvidas que um livro é capaz de nos deixar uma marca reflexiva, um bom telespectador também acredita no poder que uma série ou um filme tem de nos dar lições de vida, e é pensando nisso que resolvi falar sobre as Três Lições Inspiradoras que aprendi com How I Met Your Mother, os fãs da série provavelmente se identificarão, e aqueles que ainda não assistiram, terão três boas motivações para adicionar esse sucesso de série no seu catálogo.

3 - Nunca desista dos seus objetivos: Os que já conhecem a série sabem o quanto os personagens de HIMYM batalham para conquistarem seus objetivos, Robin Scherbatsky deixou o Canadá para trás em busca de sucesso como jornalista, Ted Mosby não desiste do seu sonho de se tornar um arquiteto reconhecido e deixar sua marca na maravilhosa cidade de New York. Lily Audrey mantém seu trabalho como professora, mas deixa claro que ainda se tornará uma artista famosa, e Marshall Ericksen que prometeu a si mesmo usar seu talento como advogado para defender o meio ambiente. No desenrolar da série vemos como cada um deles acabam se frustrando por não conseguirem realizar os seus sonhos, porém logo erguem a cabeça para tentar mais uma vez, a lição que aprendemos é que mesmo quando tudo parece dar errado, você precisa se levantar e voltar à luta.

2 - Nunca deixe um amigo para trás: Ao assistir How I Met Your Mother é impossível não se encantar com a amizade que cresce entre os cinco protagonistas, Ted Mosby e Marshall se conheceram ainda na faculdade e decidiram morar juntos, Lily acabou ficando entre eles como namorada de Marshall por quem Ted nutre um imenso carinho, e com o passar do tempo Robin e Barney se tornam os novos integrantes do grupo. Por mais que haja desavenças entre eles, o episódio sempre acaba com a amizade prevalecendo. Mesmo quando Robin e Ted se apaixonam e vivem um romance passageiro, no fim eles optam por manter o amor e o cuidado que existe entre eles. Assim como você vai se emocionar vendo o quanto eles lutam para proteger os que amam, você também dará boas gargalhadas, afinal, em How I Met Your Mother tudo sempre é motivo de bebedeira e aventuras memoráveis. Se você tem um grupo de amigos semelhante, a lição que fica é que um bom amigo, assim como um bom soldado, nunca deixa um companheiro para trás, seja em um problema que precisa ser enfrentado, ou em uma boa noitada.

1 - Nunca é tarde demais para amar: Os românticos incuráveis como eu, logo de início se identificam com a personalidade apaixonante de Ted Mosby, o protagonista inicia a série reclamando da idade avançada e do estado civil de solteiro. Ele diz precisar imediatamente encontrar a mulher com quem vai passar o resto da vida, e é desta maneira que encontra e logo se apaixona pela feminista e independente Robin Scherbatsky. Porém, as diferenças que existem entre eles não permitem que o casal tenha um futuro juntos, o que faz com que Ted continue sua busca pela mulher da sua vida. Entre casos rápidos de uma noite e amores passageiros que muitas vezes partem o seu coração, Ted pensa em desistir do amor, mas um verdadeiro romântico está sempre disposto a se reinventar e amar novamente. Apredi com Ted Mosby que nunca é tarde demais para amar, se você ainda não encontrou o amor da sua vida, tenha calma e não esqueça de deixar o coração preparado para recebê-lo.

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19 junho 2018

O plano imperfeito.



“Harper (Zoey Deutch) e Charlie (Glen Powell) trabalham como assistentes para dois executivos em Manhattan. O temperamento e a dinâmica de seus chefes transformam suas vidas em um verdadeiro inferno. Desesperados e exaustos, os dois jovens se juntam para elaborar um plano um tanto quanto ousado: fazer com que os seus superiores se apaixonem e, dessa forma, os deixem mais tranquilos em relação ao trabalho”.

                                                    


Título: Set it Up
Direção: Claire Scanlon
Nacionalidade: Estados Unidos da América
Idioma original: Inglês
Gênero: Comédia romântica
Lançamento: 15 de junho de 2018
Duração: 1h45min.

Os assistentes de Kirsten (Lucy Liu) e Rick (Taye Diggs) passam por várias situações constrangedoras e difíceis tentando fazer tudo por seus chefes. Vivendo praticamente como babá, Harper (Zoey Deutch) suporta a chefe por admirá-la muito como profissional e ter a esperança de um dia ver um de seus artigos publicados pela famosa jornalista esportiva. Já Charlie (Glen Powell) se recusa a abandonar o emprego, porque tantos anos de dedicação total com certeza já estão lhe rendendo uma promoção à essa altura. E na tentativa de deixar os chefes mais felizes e, é claro, distraídos, que os dois se juntam numa missão nada fácil: fazer com que Kirsten e Rick se interessem um pelo outro e vivam um romance. 

Comédia romântica nova iorquina, esse é meu sobrenome e não tem nada nesse mundo que me deixe mais empolgada do que a espera pela estréia de um filme com essas características. Claro que eu amo todo filme deste gênero, e assim como eu, vocês não concordam que as clássicas cenas com multidões nas ruas, caminhadas pelo Central Park, takes do Empire State e corridas nos táxis amarelos até o aeroporto JFK tornam tudo muito mais charmoso?

O Plano Imperfeito, além de uma típica rom-com (abreviação de comédia romântica, do inglês romantic comedy) nova iorquina é uma rom-com raiz. A obra é uma história clichezinha, sem pretensão de ser inovadora, divertida e que sabe dosar comédia e romance. Glen Powell e Zoey Deutch têm muita química, são divertidos e extremamente carismáticos e isso também se aplica aos co-protagonistas. A presença da Lucy Liu no filme como a “chefe má” de Deutch só me deixou mais empolgada.

Obviamente o final está entregue desde a sinopse, afinal o que poderia acontecer com duas pessoas que tentam tão desesperadamente juntar outras? Contudo a comédia não é de todo clichê e eu mesma fiquei surpresa com alguns acontecimentos no final.

Desde 2011, com a estreia de Qual Seu Número? e O Noivo da Minha Melhor Amiga eu tenho esperado o lançamento de uma grande comédia romântica (com grande quero dizer que não essas feitas para pequenos canais de TV americanos). O filme dirigido por Claire Scanlon cumpre essa expectativa e é a comédia romântica mais hollywoodiana dos últimos anos (com exceção de Como Ser Solteira, talvez), porém peca num único aspecto: em algumas cenas podemos ver claramente os pedestres ao fundo encarando a câmera. Falta de atenção ou de cuidado? Não sei, mas é fato que economizaram na figuração. De qualquer forma, nada que atrapalhe a experiência.

O Plano Imperfeito é um filme despretensioso, que cumpre com sua missão de distrair, fazer sorrir e suspirar do começo ao fim.

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